domingo, 1 de julho de 2012

Lançamento do Livro “O outro Lado de Deus - desafios à religião”


Gilson Gondim lança livro sobre as contradições da bíblia na próxima quinta-feira (05), em João Pessoa





“O outro lado de Deus – Desafios à religião”, é a mais nova obra do escritor Gilson Gondim, que será lançado dia 05 de julho, na Livraria do Luis, localizada na Galeria Augusto dos Anjos, no centro de João Pessoa, a partir das 18hs.

Sobre o autor:
Sociólogo pela Universidade de Londres e mestre em Ciências das Religiões pela Universidade Federal da Paraíba. Consultor legislativo da Assembleia Legislativa da Paraíba desde 1986, de 1987 a 1990 foi membro titular do Conselho Estadual de Educação, e por quase oito anos (1995-2002) exerceu a função de vice-presidente da Fundação Espaço Cultural da Paraíba – Funesc, tendo participado da coordenação de inúmeros festivais e outros eventos e projetos.

Seu principal meio de expressão atualmente é o site/blog Múltiplos Universos, em que coloca, por exemplo, o caráter nazi-fascista do Estado de Israel e da ideologia de seus apoiadores, os nazi-sionistas. O site contém, no entanto, textos sobre os mais variados assuntos. É um dos menbros fundadores da Academia de Livres Pensadores da Paraiba-ALPP.
        
Sobre o Livro:
A Bíblia (Paulo) proíbe a mulher de ensinar, de falar em público e de entrar na igreja com a cabeça descoberta. “Deve-se desconsiderar isso”, dizem os defensores da bíblia. Ora, se é assim, por que, por exemplo, a proibição da homosexualidade também não é somente o espírito da época? A quem cabe distinguir a Palavra de Deus do espírito da época? Se a Palavra de Deus pode ser assim contaminada, que valor ela tem?

“A História de Adão e Eva é apenas uma alegoria”, alegam defensores mais liberais da Bíblia. Por que, então o Novo Testamento diz que Jesus veio para nos salvar do pecado original de Adão e Eva? Se estes são tão somente uma alegoria, por que Jesus também não é? E o próprio Deus Pai? Aliás, teólogos que se consideram cristãos já defendem precisamente esta tese: Deus seria apenas um símbolo dos valores mais caros a uma dada cultura. Don Cupitt, por exemplo, tem chamado Depois de Deus, em que defende esse tipo de tese (Editora ROCCO coleção Ciência Atual).
Se tens interesse por questões como esta, não deixe de ler este livro.

 
Serviço:
Evento: Lançamento do Livro “O outro Lado de Deus - desafios à religião”
Autor: Gilson Gondim
Data: 05 de junho de 2012
Hora: 18 hs
Local: Livraria do Luiz, localizada na Galeria Augusto dos Anjos, entre a Rua Duque de Caxias e a Praça 1817, no centro de João Pessoa.


CONTATO:
Renata Mora – (83) 8826 6970

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quer tc?

Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2010




Novas culturas e tecnologias são criadas para solucionar problemas, mas naturalmente acarretam e inserem novos. Os homens se desprendem das relações interpessoais e os gestos de afeto e carinho são realocados para realidades virtuais.

A sociedade contemporânea tem na comunicação e na informação seus principais meios de articulação. As relações sociais se processam com uma rapidez cada vez maior, o que requer das pessoas atitudes constantes de mudança na forma de ser, estar e interagir com o meio.

O intérprete-criador, Rodrigo Silbat, se propôs a investigar a associação entre a solidão e a procura de relações sexuais e afetivas, em destaque as amorosas, por meio das salas de bate-papo e dos sites de relacionamento disponíveis na internet. O advento e a multiplicação das possibilidades dos usos tecnológicos apontam para algumas alterações que transformam nossas experiências de corpo, pensamento, trabalho, espaço, tempo e sociabilidade. As interações na rede não se dão diretamente entre indivíduos, mas entre imagens, projeções de um corpo físico em pixels de uma câmera lenta, o que provoca a ausência de intimidade entre os homens, suscitando uma condição de isolamento corporal e afetivo. A sensação é de estar imerso em uma realidade outra, que toma toda a atenção e o aparato perceptivo configurando um espaço a ser explorado.



EM JOÃO PESSOA, AS APRESENTAÇÕES ACONTECERÃO NA CASA DE MUSICULTURA (CENTRO HISTÓRICO), NOS DIAS 19 E 20 DE NOVEMBRO, ÀS 19HS.

Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia-entrada)

Ficha Técnica:

Concepção, Direção, Coreografia e Elenco: Rodrigo Silbat
Assistente de Direção: Anádria Rassyne
Orientação Dramatúrgica: Luana Menezes
Consultoria Coreográfia: Lara Machado
Consultoria em Performance: Naira Ciotti
Concepção Cenotécnica: Rodrigo Silbat, Ronaldo Costa, Arlindo Bezerra e Caju Oliveira
Desenho de Luz: Ronaldo Costa
Figurino: Rodrigo Silbat
Trilha Sonora: Flor de Manga
Imagem: Michel Heberton
Edição de Vídeo: Celso T. Diniz
Fotografia e Programação Visual: Brunno Martins
Assessoria de Imprensa: Herzog Comunicação e Assessoria
Produção Executiva: Arlindo Bezerra e Caju Oliveira

terça-feira, 19 de julho de 2011

Essa Febre que Não Passa , dias 23 e 24 no Teatro Santa Roza

O Coletivo Angu de Teatro tem levado à cena obras de autores pernambucanos contemporâneos. Em “Essa febre...”, o grupo pernambucano faz uma adaptação para os palcos dos contos da escritora e jornalista Luce Pereira, propondo desta forma, uma obra carregada de dramaticidade e que se afirma como possante instrumento para discussão sobre o universo feminino.



Essa febre que não passa é a estréia de Luce Pereira como contista. Diz ela, no prefácio do livro, que "depois de muita insistência, abriu as suas portas para este mundo de criaturas impalpáveis, mas que batiam forte, batiam feito loucas, até que um dia, cansada de tanto barulho, as deixou entrar". É este universo que instiga o Coletivo Angu de Teatro a tornar palpável a existência de tais personagens nos palcos brasileiros.

São apenas mulheres em cena, seis ao todo: Ceronha Pontes, Hermila Guedes, Hilda Torres, Márcia Cruz, Mayra Waquim e Nínive Caldas. As atrizes interpretam personagens, ao mesmo tempo que inserem passagens de suas próprias histórias. Colocam o espectador em contato com seus universos e aqueles das mulheres que representam de modo a acentuar a fricção entre o universo ficcional e a realidade.

Essa Febre Que Não Passa - Coletivo Angu de Teatro

Quando: 23 e 24 de Julho, às 20h
Onde: Teatro Santa Roza
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Essa Febre Que Não Passa




À primeira vista, o que liga os quadros de "Essa febre que não passa" são as tensões de mulheres em acertos de contas com o passado, com o presente e com o futuro. Criaturas em situações-limite, transbordando de afetos.

É a quarta montagem do Coletivo Angu de Teatro, depois de "Angu de sangue", texto de Marcelino Freire; "Ópera", texto de Newton Moreno e "Rasif – Mar que arrebenta", também texto de Freire. Desta vez cena é ocupada só por mulheres.

As atrizes Ceronha Pontes, Hermila Guedes, Hilda Torres, Márcia Cruz, Mayra Waquim e Nínive Caldas se desdobram em criaturas inventadas pela jornalista e escritora Luce Pereira.

O resultado é tocante, ora suave, ora irônico, ora cortante. Sempre belo. Dos 17 contos que compõem o livro homônimo, o Coletivo escolheu cinco para encenar: Clóvis, Nomes, Talvez já fosse tarde, Um tango com Frida Kahlo e Dora descompassada. Entre eles como uma liga orgânica, as passagens com breves depoimentos criados pelas próprias atrizes, sobre suas vidas pessoais: a relação com a irmã, com a velhice, com o mundo.



"Essa febre que não passa" tem uma comunicação fácil e contagiante. Tira o prosaico do cotidiano e nos fala de coisas muito caras que podem atingir a qualquer um, como dores de amores e separações. Os recalques voltam furiosos ou apaziguados com o tempo, mas não com o esquecimento. As feridas reabertas fazem tremer o corpo visível e o invisível também.

A montagem do Angu insiste em algumas características investigativas do coletivo, com o ator-narrador. Mas traz algumas variações, tem uma tonalidade mais feminina, às vezes mais frágil noutras de uma fortaleza insondável.

Os contos de Luce Pereira já expõem os nervos das personagens e cativam na sua aparente simplicidade. Dívidas de afeto com uma tia pouco afeita a carinhos são contabilizadas no conto "Talvez já fosse tarde". Um café com a irmã e a explosão de memórias, do desejo de crescer que não passou quando acabou a adolescência, em "Um tango com Frida Kahlo".

Enfim, um punhado de contos que percorrem estados de espírito. Pode predominar uma melancolia, mas todos inquietam e fazem pulsar vida em suas múltiplas possibilidades. De que é possível seguir em frente, de superação, de renúncia.



A direção foi muito feliz ao criar pequenos monólogos de passagem com depoimentos das atrizes sobre algo que tenha a ver com um dos contos. A montagem também forjou uma ligação entre personagens, mudando nomes, e fazendo referências a outras histórias.

A trilha sonora e direção musical são de Henrique Macedo que ajudar a expandir ou comprimir os tempos e dar as atmosferas dos contos.

No fundo Essa febre que não passa é um espetáculo sobre o amor, o amor idealizado que não tem correspondência na vida e precisa da morte, desse perigoso, frágil e obscuro sentimento que nos move ou imobiliza.

A encenação é toda feita de cuidados e detalhes que o espectador vai descobrindo aos poucos. E encantando-se cada vez mais.

* Texto de Ivana Moura
Daqui

Essa Febre Que Não Passa - Coletivo Angu de Teatro

Quando: 23 e 24 de Julho
Onde: Teatro Santa Roza
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

III MOSTRA DE TEATRO DE GRUPO


A III Mostra de Teatro de Grupo acontece de 23 à 28 de maio no Centro Histórico, a novidade deste ano é que será na rua

Nem bem chegou de turnê com o espetáculo “Flor de Macambira”, foram quase dois meses circulando por 10 cidades ribeirinhas do Rio São Francisco (PE, AL, SE, BA e MG), além das capitais Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o Coletivo Ser Tão Teatro se lança em mais uma ação, desta vez de militância, ao realizar a III Mostra de Teatro de Grupo no período de 23 a 28 de maio no centro histórico de João Pessoa. Patrocinado pela Caixa Econômica Federal através do Programa Caixa Cultural e pelo Fundo Municipal de Cultura, esta edição será dedicada ao Teatro de Rua.

“A notável tendência nos últimos anos de valorização das experiências de teatro no espaço público e sua importância tanto para a formação dos atores quanto para a formação de platéia, nos motivou a criar esta edição especial de teatro de rua”, explica Christina Streva, coordenadora da Mostra e diretora artística do Ser Tão.

A programação é extensa. Serão apresentados seis espetáculos de importantes grupos do cenário teatral nacional, sendo três grupos paraibanos, um cearense e um paulistano. Além dos espetáculos, a Mostra promove também uma oficina, duas vivências, uma conferência e três mesas redondas. TODA A PROGRAMAÇÃO É GRATUITA!

Outra novidade desta edição é a presença de convidados de fora do Nordeste o que, segundo Christina, “permitirá ampliar o debate e conhecer realidades distintas da nossa”. A diretora observa ainda que o desafio do grupo para o futuro do evento é o de “conciliar essa desejável expansão, sem cair no freqüente erro de inchar a programação e prejudicar a qualidade do encontro que a Mostra vem conseguido promover”, conclui.

A ABERTURA DO EVENTO ACONTECE NO DIA 23 DE MAIO (SEGUNDA-FEIRA) COM A ESTRÉIA EM JOÃO PESSOA DO APLAUDIDO ESPETÁCULO “FLOR DE MACAMBIRA”, NOVA MONTAGEM DO GRUPO SER TÃO TEATRO. TODAS AS APRESENTAÇÕES SERÃO EM FRENTE À SEDE DO SER TÃO TEATRO, NO LARGO SÃO PEDRO GONÇALVES, CENTRO HISTÓRICO DE JOÃO PESSOA, SEMPRE ÀS 20H.

Além de “Flor...”, o evento conta ainda com dois espetáculos da Cia Carroça de Mamulengos (CE), “Histórias de Circo e Teatro” e “Felinda” e “Este Lado para cima – “Isto não é um espetáculo” da Brava Companhia, de São Paulo que completa a programação dos grupos convidados. Da Paraíba, além do grupo anfitrião, teremos também o espetáculo “Histórias de Sem Réis” do Coletivo Alfenim de Teatro e “Silêncio Total”, solo de Luiz Carlos Vasconcelos, do Piollin Grupo de Teatro.

Dois importantes nomes do cenário teatral nacional participarão da Mostra apresentando a Conferência: “Panorama de Teatro de Grupo no Brasil” - a pesquisadora, diretora e professora carioca Rosyane Trotta e o crítico e jornalista paulista Kill Abreu.

Segundo a pesquisadora alguns dos temas que serão colocados em pauta são os princípios que motivam o teatro de grupo, “desde seu surgimento; das dificuldades em se constituir como grupo; da relação entre o teatro de grupo e a renovação estética teatral; dos diferentes modos de configuração dos grupos; da questão da autoria e da coletivização da criação”, explica Rosyane.

Rosyane e Kill também mediarão a mesa “Formação, Manutenção e Circulação nos grupos de João Pessoa”, que contará com a participação de integrantes de coletivos teatrais de João Pessoa. O Grupo de Teatro Bigorna apresentará também os primeiros dados colhidos através do mapeamento de equipamentos culturais e grupos de teatro na Paraíba.

O professor do curso de Artes Cênicas da UFPB José Tonezzi mediará ao lado de Christina Streva a mesa-redonda “Os Grupos e a Sociedade”, que contará com a presença de gestores culturais, representantes de instituições de fomento e do poder público.

Nas ações formativas da Mostra estão as vivências “Cameloturgia” com a Cia Carroça de Mamulengos e “Teatro de rua – técnica do ator e criação em grupo no trabalho da Brava Companhia”. E já na segunda-feira (23) tem início a oficina Música Encena, com o músico Beto Lemos, que assina a direção musical do espetáculo “Flor de Macambira” ao lado do músico paraibano Zé Guilherme.

As inscrições para as oficinas podem ser feitas na Sede do Ser Tão Teatro a partir do dia 16/05, de segunda a sexta feira das 14h às 17h30.

Confira a programação completa:

SEGUNDA-FEIRA (23/05)

Oficina: Música Encena
Ministrante: Beto Lemos
Local: Casa de Musicultura
Horário: 09h às 12h

Espetáculo: Flor de Macambira
Grupo Ser Tão Teatro
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h

TERÇA-FEIRA (24/05)

Oficina: Música Encena
Ministrante: Beto Lemos
Local: Casa de Musicultura
Horário: 09h às 12h

Conferência: Panorama de Teatro de Grupo no Brasil
Palestrantes: Rosyane Trotta e Kil Abreu
Local: Casa de Musicultura
Horário: 15h às 18h

Espetáculo: Histórias de Teatro e Circo
Cia. Carroça de Mamulengos
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h

QUARTA-FEIRA (25/05)

Vivência: Cameloturgia
Ministrante: Cia Carroça de Mamulengos
Local: Casa de Musicultura
Horário: 09 às 12h

Além das Rotundas: Mapeamento dos Grupos da Paraíba- Grupo Bigorna às 15h.
Mesa Redonda: Formação, Manutenção e Circulação nos Grupos
Mediadores: Rosyane Trotta e Kil Abreu
Local: Casa de Musicultura
Horário: 15h30 ás 18h

Espetáculo: Felinda
Cia Carroça de Mamulengos
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h

QUINTA-FEIRA (26/05)

Vivência: Teatro de Rua-Técnica do ator e criação em grupo no trabalho da Brava Companhia
Local: Casa de Musicultura
Horário: 09h às 12h

Mesa Redonda: Da Discussão á Ação; Os Grupos e a Sociedade
Mediadores: Christina Streva e José Tonezzi
Local: Casa de Musicultura
Horário: 15h às 18h

Espetáculo: Este Lado para Cima
Brava Companhia
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h

SEXTA-FEIRA (27/05)

Espetáculo: Histórias de Sem Réis
Coletivo Alfenim
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h

SÁBADO (28/05)

Espetáculo: Silêncio Total
Piollin Grupo de Teatro
Local: Praça Largo São Pedro Gonçalves
Horário: 20h


Saiba mais no site: www.sertaoteatro.com.br/mostra


Informações para a imprensa
Calina Bispo
calina.comunicacao@sertaoteatro.com.br / calina.bispo@gmail.com
83 8891 3334 / 83 9623 9397

CCBB abre edital para inscrições de projetos para 2012/1013




Está aberto o edital do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) para a ocupação de seus espaços culturais em 2012/2013 nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. O prazo para as inscrições vai até o dia 31 de maio de 2011.

As categorias previstas contemplam as áreas abaixo citadas:

Exposição | Pintura, escultura, fotografia, gravura, instalação, multimídia e outros
Música | Popular, erudita e instrumental
Artes Cênicas | Teatro, dança, performance, circo, ópera
Cinema e Vídeo | mostras e festivais
Programa educativo | oficinas, cursos e visitas orientadas
Idéias | palestras, seminários e conferências

O projeto deverá conter as seguintes informações:

a) Dados do Proponente PF ou PJ: nome, CPF/CNPJ, endereço, telefone, e-mail, currículo;
b) Dados do projeto: área cultural, segmento cultural, título, espaço pretendido;
c) Descrição: descrever, narrar, contar como será o projeto;
d) Justificativa: demonstrar, fundamentar a importância da realização do projeto no cenário cultural e artístico para a sociedade;
e) Sinopse: resumo, síntese do projeto;
f) Ficha técnica: função e nome de todos os participantes do projeto, inclusive breve currículo;
g) Cronograma: fases e períodos da pré-produção, produção e pós-produção do projeto;
h) Orçamento: item orçamentário, quantidade de item necessários, unidade, valor unitário.

Edital

Inscrições

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Paralelo Cia. de Dança apresenta o espetáculo "As 3 Irmãs", no Rio Grande do Norte




Através do Prêmio Klauss Vianna de Dança 2010, com patrocínio da Fundação Nacional de Arte (Funarte) e do Ministério da Cultura, a Paralelo Companhia de Dança está a caminho do Rio Grande do Norte, onde realizarão 3 apresentações do espetáculo "As 3 Irmãs", inspirado na obra de Anton Tchekhov. O grupo, que está em turnê pelo Nordeste, se apresenta no dia 7 em Mossoró (Teatro Municipal Dix-Huit Rosado) e nos dias 9 e 10 em Natal (Barracão Clowns de Shakespeare).

A Paralelo Cia de Dança foi fundada em 2004 e desde então já participou de vários festivais e mostras competitivas, com os espetáculos Dois Cânticos e Uma Canção (2005); Malaki: As Cores da Paixão (2006); As 3 irmãs (2007) e O Castelo (2008 – 2009). Desde a sua fundação até os dias de hoje, a Cia. foi se tornando referência na dança da Paraíba, seja pela constância de seus trabalhos, os quais trazem consigo a marca de uma pesquisa coreográfica bem delineada, seja pelo reconhecimento obtido através de prêmios em mostras e festivais, seja pelo incentivo adquirido por meio de suas subvenções culturais.

No espetáculo, como foi declarado pelas bailarinas, a intenção não é contar a história da aclamada peça de Tchekhov, mas exprimir as emoções e sensações das personagens no contexto da peça. Tudo é retratado através dos movimentos, as agonias, tensões, paixões, fraternidade e nostalgia, daquelas irmãs que estão encarceradas numa casa, numa cidade e numa realidade muito aquém de suas capacidades e anseios. Moscou, além de cenário de suas infâncias felizes, representa para elas a terra prometida, o lugar de possibilidade de realização dos seus sonhos de mudança, que acabam sendo abdicados, diluídos na realidade provinciana e cheia de convenções sociais em que vivem. O espetáculo, forte e sensível, se destaca tanto pela qualidade técnica das bailarinas, quanto pela intensa pesquisa referencial e de movimento de corpo realizada por elas.



ESPETÁCULO DE DANÇA "AS 3 IRMÃS"

Dias: 7 (Teatro Municipal Dix-Huit Rosado - Mossoró), 9 e 10 (Barracão Clowns - Natal)
Hora: 20h
Entrada: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Saiba mais sobre a Paralelo Cia. de Dança: www.paralelociadedanca.com

quinta-feira, 24 de março de 2011

Parque dos Patins na Lagoa será palco do espetáculo “Flor de Macambira” durante todo o final de semana



O próximo palco carioca a receber a "Flor de Macambira" é o Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigues de Freitas, neste final de semana, de 25 a 27 de março às 19h. O espetáculo é baseado na obra “O Coronel de Macambira”, de Joaquim Cardozo, publicada em 1963, adaptada por Rosyane Trotta e Ser Tão Teatro com direção de Christina Streva.

“Flor de Macambira” segue para o Jardins do CLA da UNIRIO, dia 29 (3ª feira, 20h); e encerra a turnê na Praça da Rua do Mercado, no Centro, no dia 30 de março (4ª feira, 19h).

No Rio, a estreia aconteceu no Campinho-Show, espaço do Grupo Nós do Morro, no Morro do Vidigal, no dia 23 (4ª feira passada). O espetáculo é uma festa popular com música, signos fortes da cultura popular, comicidade e efeitos circenses para contar a história da jovem Catirina, a mais bela flor da Fazenda Macambira.

É a primeira vez que o Ser Tão Teatro, grupo formado na Universidade Federal da Paraíba em 2007, se apresenta na Região Sudeste. Com uma bagagem que pesa quase uma tonelada entre equipamentos de som e luz, cenários, figurinos e adereços, as dezoito pessoas da equipe técnica de “Flor de Macambira” percorrerão de ônibus, até o retorno a João Pessoa, 5.860 km. Desde a estréia em Penedo, Alagoas, em 11 de fevereiro, a montagem foi apresentada em Propriá (SE), Petrolina (PE), Paulo Afonso (BA), Juazeiro (BA), Bom Jesus da Lapa (BA) e Xique Xique (BA), Januária (MG), São Francisco (MG), Pirapora (MG) para um público estimado em dez mil pessoas.

Tipos do cotidiano brasileiro como o coronel sanguinário, o padre mercantilista, o bicheiro corrupto, e o triunvirato do capitalismo: o economista ilusionista, o banqueiro especulador e o marqueteiro enganador vão sendo apresentados, quadro a quadro, no espetáculo. “Flor de Macambira” é uma leitura contemporânea da dramaturgia da década de 60 e, apesar não ignorar a dimensão política original da época, atualiza a narrativa personificando o drama na protagonista, que não existia no texto original de Cardozo. Rosyane Trotta, professora da Escola de Teatro da UNIRIO, assina a dramaturgia em parceria com o Ser Tão. A montagem tem cenário e adereços assinados por Carlos Alberto Nunes, o figurino por Daniele Geammal, e a caracterização por Mona Magalhães. A trilha sonora original é de Beto Lemos, da Cia Carroça de Mamulengos, que assina a direção musical em conjunto com Zé Guilherme, músico da Orquestra Sinfônica da Paraíba. São dois músicos em cena que tocam rabeca, bandolim, escaleta e diversos instrumentos de percussão. O patrocínio é da Chesf, através do Programa Eletrobras de Cultura 2010.

Site do Ser Tão Teatro: www.sertaoteatro.com.br
Hotsite de “Flor de Macambira”: www.sertaoteatro.com.br/flor
Blog: www.sertaoteatroflor.blogspot.com/
Siga-nos no twitter: twitter.com/gruposertao


Serviço:
Flor de Macambira
Com o Grupo Ser Tão Teatro.
Adaptação de Rosyane Trotta e do Grupo Ser Tão Teatro do texto “O Coronel de Macambira de Joaquim Cardoso. Direção de Christina Streva.

Sinopse: A jovem Catirina sucumbe aos vícios e tentações mundanas e, para salvar-se a si e a seu amado, mergulha nas profundezas de sua alma.

Classificação etária: livre.
Duração: 55 minutos.
Entrada franca.

Temporada Rio:
25, 26 e 27 de março:
Parque dos Patins, às 19h.
Lagoa Rodrigo de Freitas - Av. Borges de Medeiros,s/nº.
Capacidade:150 pessoas sentadas

29 de março:
Jardins do Centro de Letras e Artes da UNIRIO, às 20h.
Av. Pasteur, 436 fundos, Urca.
Capacidade:150 pessoas sentadas

30 de março:
Praça da Rua do Mercado, Centro, às 19h.
Capacidade:150 pessoas sentadas

FICHA TÉCNICA – Flor de Macambira
Texto original: “O Coronel de Macambira”, de Joaquim Cardozo
Adaptação: Rosyane Trotta e Ser Tão Teatro
Concepção e Encenação: Christina Streva

Elenco: Cida Costa, Gladson Galego, Isadora Feitosa, Maisa Costa,
Thardelly Lima, Winsthon Aquilles, Zé Guilherme, Anderson Lima
e Rodrigo Costa e Silva

Produção: EmCartaz Empreendimentos Culturais

Outras Informações:

Carla de Gonzales
PAGU Comunicação
(21) 3449-5340 / 9961-0536
carlapagu@gmail.com

Calina Bispo
(21) 8051-7007

quinta-feira, 17 de março de 2011

Paralelo Cia. de Dança circula por sete cidades do nordeste com o espetáculo “As 3 Irmãs”



Pela primeira vez a companhia paraibana se apresentará em novos palcos nordestinos

A Paralelo Cia. de Dança inicia em de março sua primeira turnê com a circulação do espetáculo “As 3 irmãs” por sete cidades do nordeste. O projeto foi contemplado no edital Klauss Vianna 2010, da Fundação Nacional de Arte (Funarte), do Ministério da Cultura. A companhia foi a única da Paraíba, e uma das cinco do nordeste, a ser contemplada com o edital.

“As três irmãs” são três bailarinas em cena. O papel de Olga Prosorov é interpretado alternadamente em cada apresentação por Lília Maranhão e Aretha Paiva. Irina Prosorov ganha vida com Vanessa Queiroga e a última irmã, Marcha Prosorov, é interpretada por Joyce Barbosa, que também assina a coreografia, o figurino e a direção artística do espetáculo. A execução da luz é realizada por Jorge Ribeiro e a produção é da Trato Assessoria e Produção Cultural.

Sinopse

Desenvolvido a partir da obra-prima de Anton Tchekhov, “As três irmãs” contempla a vida de Olga, Marcha e Irina, três irmãs vivendo suas frustrações no interior da Rússia do século XIX, tendo que aprender diariamente a lidar com a ânsia de sonhos maiores juntamente com a ausência da percepção de querer alcançá-los. Tentam, cada uma a sua maneira, sobreviver à imbecilizante monotonia do dia-a-dia. Não possuem mais perspectivas, não têm mais sonhos. A única esperança que lhes resta é de, algum dia, poderem modificar suas vidas e voltarem à terra natal, Moscou. Entretanto, desapercebidamente se deixam envolver pela inútil loucura de continuar fazendo sempre o mesmo, esperando que em algum instante o resultado possa se descobrir diferente.

Além das apresentações, a companhia tem o interesse de promover um debate com os espectadores, sobre a coreografia e a peça teatral, como uma forma de sondar a perspectiva do público nordestino sobre a dança, em específico sobre a dança contemporânea.

Oficina de dança contemporânea

A oficina realizada pela Paralelo terá duração de duas horas e será dirigida para homens e mulheres bailarinos, de formação clássica, moderna ou contemporânea ou outros estilos. O número máximo de alunos é 30, a partir dos 15 anos de idade. A oficina será ministrada pela professora e coreógrafa da companhia, Joyce Barbosa.

Apresentações:

PARAÍBA
Areia: 18 de Março de 2011, Teatro Minerva, 20h
(Workshop 10h às 12h)

Campina Grande: 19 de Março de 2011, Palácio das Artes Suellen Carolini, 20h (Workshop 10h às 12h)

RIO GRANDE DO NORTE
Mossoró: 07 de abril de 2011, Teatro Dui-Huix Rosado, 20h
08 de abril de 2011, Thermas Resort e Hotel, 20h
(Workshop 06/04 no Teatro Dix Huit Rosado, 19h00 às 21h00)

Natal: 09 e 10 de abril de 2011, Barracão Clowns de Shakespeare, 20h
(Workshop dia 10/04 10h às 12h no Teatro Alberto Maranhão)

CEARÁ
Cascavel: 05 de maio de 2011, Casa da Cultura, 20h
(Workshop dia 05/05 10h às 12h)

Fortaleza: 07 e 08 de maio, Sesc Iracema

PERNAMBUCO
Recife: 21 e 22 de maio de 2011, Espaço Compassos, 20h
(Workshop dia 21/05 10h às 12h)



Cia. Paralelo de Dança

Email: paralelociadedanca@gmail.com
Blog: www.paralelociadedanca.com
Twitter: twitter.com/paralelodanca
Youtube: www.youtube.com/paralelociadedanca
Flickr: www.flickr.com/photos/paralelodanca

Trato - Assessoria e Produção Cultural

Kennya Queiroz – produtora
trato.producao@gmail.com (83) 3512 – 6799 / 8836-4514

Inara Rosas – assessoria de comunicação
inararosas@gmail.com (83) 9953-3595 / 8807-1846

segunda-feira, 14 de março de 2011

Ser Tão Teatro apresenta “Flor de Macambira”, peça adaptada da obra de Joaquim Cardozo



Com uma bagagem de quase uma tonelada entre equipamentos de som e luz, cenários, figurinos e adereços, o grupo Ser Tão Teatro se apresenta nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro, percorrendo, de ônibus, 5.860 km até a volta para João Pessoa.

O espetáculo, dirigido por Christina Streva, é uma festa popular com música, comicidade, cor e teatralidade que conta a história da jovem Catirina, a mais bela flor da Fazenda Macambira, que sucumbe aos vícios e tentações mundanas e, para salvar-se a si e a seu amado, mergulha nas profundezas de sua alma. Tipos do cotidiano brasileiro como o coronel sanguinário, o padre mercantilista, o bicheiro corrupto, e o triunvirato do capitalismo: o economista ilusionista, o banqueiro especulador e o marqueteiro enganador vão sendo apresentados, quadro a quadro, no espetáculo.

A montagem é uma leitura contemporânea da dramaturgia da década de 60 e, apesar não ignorar a dimensão política original da época, atualiza a narrativa personificando o drama na protagonista, que não existia no texto de Cardozo. “O autor de O Coronel de Macambira não poupou liberdade poética para enlaçar literatura erudita, crítica social e festa popular. Nós buscamos entrelaçar sua poesia com o Brasil de nosso tempo e a linguagem cênica que emana do jogo vivo dos atores”, diz Rosyane Trotta, professora e pesquisadora da Escola de Teatro da UNIRIO, que assina a dramaturgia em conjunto com o Ser Tão.

“Flor de Macambira” tem cenário e adereços assinados por Carlos Alberto Nunes; o figurino, por Daniele Geammal; e a caracterização, por Mona Magalhães. A trilha sonora original é de Beto Lemos, da Cia Carroça de Mamulengos, e de Zé Guilherme, músico da Orquestra Sinfônica da Paraíba. São dois músicos em cena que tocam rabeca, bandolim, escaleta e diversos instrumentos de percussão.
Em cada cidade visitada, paralelamente às apresentações, é ministrada a oficina Construindo a Cena com o Ser Tão, para atores e não-atores que queiram vivenciar os princípios criativos do Grupo. A atividade é gratuita, a carga horária é de seis horas e a turma é aberta para até 20 pessoas. O patrocínio é da Chesf, através do Programa Eletrobras de Cultura 2010.

Navegue no site do Grupo Ser Tão Teatro: www.sertaoteatro.com.br

Navegue no hotsite de “Flor de Macambira": www.sertaoteatro.com.br/flor

Classificação etária: livre.
Duração: 55 minutos.
Entrada franca.

Apresentações:

BELO HORIZONTE – MG:
Praça Juscelino Kubitschek (Parque JK)
Mangabeiras
17, 18 e 19 de março, às 19h.

Oficinas: Galpão Cine Horto
15 e 16 de março, das 14h às 17h
http://www.galpaocinehorto.com.br
Tel: 31 3481 5580

COMO SE TRATA DE UM ESPETÁCULO DE RUA, O GRUPO INFORMA QUE, UNICAMENTE EM CASO DE CHUVA, A APRESENTAÇÃO SERÁ TRANSFERIDA PARA A PRAÇA DE SERVIÇOS DA UFMG NA PAMPULHA, E TERÁ INCÍO ÀS 18H.

Temporada Rio de Janeiro:
23 de março:
Campinho-Show do Grupo Nós do Morro, ás 19h.
Rua Dr. Olinto de Magalhães, s/nº. Vidigal
Capacidade:150 pessoas sentadas

25, 26 e 27 de março:
Parque dos Patins, às 19h.
Av. Borges de Medeiros,s/nº. Lagoa Rodrigo de Freitas.
Capacidade:150 pessoas sentadas

29 de março:
Jardins do Centro de Letras e Artes da UNIRIO, às 19h.
Av. Pasteur, 436 fundos, Urca.
Capacidade:150 pessoas sentadas

30 de março:
Praça da Rua do Mercado, Centro, às 19h.
Capacidade:150 pessoas sentadas


Produção Rio de Janeiro e Belo Horizonte:
EmCartaz Empreendimentos Culturais

Outras Informações:
Carla de Gonzales
(21) 9961-0536
carlapagu@gmail.com
Calina Bispo
83 8891-3334
calina.comunicacao@setaoteatro.com.br

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vereda da Salvação



Apresentada inúmeras vezes na capital, mas também levada às cidades do interior, inclusive ao sertão paraibano, "Vereda da Salvação" causou forte impacto por onde passou. Assistida por muitas pessoas que nunca haviam visto um espetáculo teatral antes, muito menos um clássico do teatro moderno brasileiro, a apresentação da peça foi sempre acompanhada de debates calorosos. Nessas ocasiões, o grupo pode constatar como o espetáculo mexe com o povo nordestino, e os faz refletir sobre importantes questões da atual sociedade brasileira que são tão bem abordadas no texto de Jorge Andrade.

Este clássico da dramaturgia brasileira, é relido de maneira visceral em uma adaptação contemporânea, realizada pelo Ser Tão Teatro da Paraíba, sob direção da carioca Christina Streva. Vereda da Salvação aborda a miséria, o fanatismo religioso e o conflito de terra. Escrita em entre os anos 1957 e 1963, a peça é ambientada no sertão e foi inspirada em um fato verídico e brutal da história velada do Brasil, quando em 1955, trabalhadores rurais do norte de Minas Gerais, tomados por uma forte exaltação místico–religiosa desencadearam um desfecho trágico. “Apesar da dramaturgia ser construída por uma situação extrema ocorrida há 50 anos, a peça mostra em cena a realidade imutável de boa parte da população sertaneja”, fala Streva.

"Vereda da Salvação" fez sua estréia em 2007 na cidade de João Pessoa (PB). Aprovado pelo publico, foi considerado pela critica especializada o melhor espetáculo do ano, ganhando o Prêmio Domingos Sergio Batista de destaque da cultura paraibana. Em 2008, circulou com o patrocínio do Programa BNB de Cultura pelo interior do estado, repetindo o sucesso de público em todas as apresentações, além de ganhar os prêmios de Melhor Espetáculo e Melhor Direção no Festival Aldeia SESC de Teatro–PB. Em 2009, o espetáculo é contemplado no edital BR Distribuidora de Cultura, que selecionou as peças que mais se destacaram no país nos dois anos anteriores. Sendo assim, "Vereda da Salvação" chega agora à três estados da região Nordeste (Ceará, Sergipe e Bahia), totalizando doze apresentações tanto no interior quanto nas capitais.

Apresentações:

CEARÁ

01/09
Aracati
03, 04 e 05/09
Fortaleza

BAHIA

08/10
Canudos
12,13 e 14/10
Salvador

SERGIPE
16/10
Itabaiana
18, 19 e 20/10
Aracajú

quinta-feira, 13 de maio de 2010

2ª MOSTRA DE TREATRO DE GRUPO

Em sua segunda edição, o evento conta com grupos do Ceará, da Bahia, do Rio Grande do Norte e da Paraíba

No período de 14 à 22 de maio, acontecerá a II Mostra de Teatro de Grupo, uma realização do grupo Ser Tão Teatro em parceria com a TRATO Assessoria e Produção Cultural, com patrocínio do Banco do Nordeste e da FUNJOPE. Para esta edição, estão programadas a apresentação de cinco grupos de teatro, além da realização de cinco oficinas e debates durante os nove dias do evento. Entre os destaques estão os grupos Bagaceira (CE) e Oco Teatro Laboratório (BA).

O Bagaceira trará seu repertório apresentando quatro espetáculos, além de ministrar uma oficina que compartilha com os participantes o método criativo utilizado pelo grupo. O Oco Teatro Laboratório, apresentará dois espetáculos e ministrará três oficinas. O grupo é também o idealizador do FILTE (Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia) e estará na programação da Mostra com o projeto "Clássicos Teatrais do Nordeste", contemplado no edital da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB).
Representando o teatro paraibano, nesta edição, está o Grupo Bigorna de Teatro, dirigido por Fernando Teixeira. O conhecido diretor apresentará o monólogo "Esparrela" e também ministrará uma oficina.
A I Mostra de Teatro de Grupo, realizada em forma de militância, em abril de 2008, veio comprovar a boa fase do teatro paraibano. Com ampla participação de toda a classe teatral pessoense, a Mostra criou um espaço permanente de formentação e articulação do meio teatral regional, promovendo o intercambio entre os coletivos locais e trazendo para nossa cidade, grupos com reconhecida trajetória em todo o território nacional.
O sucesso da primeira edição, que ganhou grande notoriedade e atingiu um público amplo e diversificado, teve como desdobramento a aproximação efetiva entre o grupo paraibano Ser Tão Teatro (PB) e o grupo Clowns de Shakespeare (RN), e para celebrar a continuidade do projeto e representar o teatro de rua, os grupos apresentarão, na Praça da Paz, uma montagem compartilhada do espetáculo "Farsa da Boa Preguiça", que recentemente circulou por sete estados e atingiu um público de mais de 13 mil espectadores.
A realização da II Mostra de Teatro de Grupo é um projeto contemplado no edital BNB de Cultura, com co-patrocínio da Funjope e apoio do SEBRAE, do NTU ( Núcleo de Teatro Universitário) e da FUNCEB (Fundação Cultural do Estado da Bahia).
Confira a Programação Completa no site http://www.sertaoteatro.com.br/mostra/

OFICINAS OCO

TECENDO PARTITURAS
Ministrado por Luis Alberto Alonso (diretor), e parte de um trabalho de training pré-expressivo do ator para desenvolver códigos de manifestações espontâneas da cultura popular e “injetando” estes na literatura universal, tanto dramática como poesia ou prosa, brasileira ou internacional. Durante o curso os atores criarão partituras corporais que irão sendo tecidas e incorporado textos até construir a base da performance teatral.

ENERGIA E EXPRESSIVIDADE
Ministrado por Rafael Magalhães,(ator) e parte de um trabalho conjunto que Rafael Magalhães e Luis Alberto Alonso desenvolvem faz quinze anos no grupo internacional Ponte dos Ventos que reside em Dinamarca sob a direção de Iben Nagel Rasmussen, atriz fundadora do Odin Teatret. Este curso prevê trabalho intensivo de training com o ator, desenvolvendo a energia para o trabalho de composição no palco.

CLOWN: CONSTRUÇÃO DE UM CORPO CÔMICO ATRAVÉS DA MUSICALIDADE
Ministrado por Diana Ramos(atriz), e parte do estudo do clássico clown a partir da percussão e movimentação das danças nordestinas como o Maracatu, o Coco, o Xaxado, etc. O curso prevê a incursão pelos caminhos da construção de um clown.

Data: 14, 15 e 16 / Hora: 14h às 18h
Carga Horaria: 12 hrs / 15 vagas

OFICINA BAGACEIRA

A CONSTRUÇÃO DO CORPO EXTRA COTIDIANO
A busca do conhecimento metodológico e estético do método de trabalho do Grupo Bagaceira de Teatro, através de exercícios práticos pautados na metodologia plural do grupo. A oficina utiliza de exercícios de sensibilização, força e ritmo para despertar a consciência corporal e explorar as infinitas possibilidades da construção de uma partitura física extra-cotidiana.

Data : 20 e 21 de maio / Hora: 8h às 12h
Carga horária: 8 hrs / 20 vagas

OFICINA BIGORNA

Respirar, Sentir e Ação

Ministrada por Fernando Teixeira, é a síntese do método de trabalho de uma pesquisa em desenvolvimento pelo ator, utilizando de conceitos precursores da respiração, do sentir e da ação.

Data: 17 e 18 de maio
Carga Horária: 8 hrs / 15 vagas

Inscrições: oficinasmostra@sertaoteatro.com.br
Informações: (83) 8772 4904

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

COMMEDIA DELL’ARTE À BRASILEIRA

Grupos Ser Tão Teatro e Clowns de Shakespeare apresentam
clássico de Ariano Suassuna em 21 cidades do Nordeste





terça-feira, 27 de outubro de 2009



O COLETIVO DE TEATRO ALFENIM a partir deste Sábado, 31 DE OUTUBRO, abre a última temporada do espetáculo QUEBRA-QUILOS, no TEATRO ARIANO SUASSUNA, sempre aos SÁBADOS e DOMINGOS, a partir das 20h, até 29 de NOVEMBRO . As apresentações tem um limite público de 50 pessoas.

Sob a direção do dramaturgo Márcio Marciano, o espetáculo já foi visto por mais de 6 mil pessoas em todo o Brasil desde sua primeira apresentação em 2008. Para os que assistiram a primeira temporada, realizada na Piollin, há várias novidades para se ver em cena com a entrada de novos atores no elenco, e consequentemente, novos tons e novas cenas compõem o Quebra-quilos hoje.

Quebra-Quilos narra a história de duas mulheres que são tangidas do campo e obrigadas a procurar abrigo numa vila do sertão paraibano, nas proximidades de Campina Grande, em fins de 1874. Existem rumores de que os quebra-quilos, sediciosos que se opõem à implantação do sistema métrico decimal, preparam-se para invadir a feira da localidade com o intuito de destruir os padrões de aferição. Tropas da Guarda Nacional estão de prontidão. Mãe e filha serão testemunhas e vítimas da violência das autoridades locais contra os matutos revoltosos, que tentam comerciar na feira o produto de suas pequenas lavouras.

Elenco: Sôia Lira/Ana Marinho, Zezita Matos, Adriano Cabral, Daniel Araújo, Verônica Souza, Daniel Porpino e Fernanda Ferreira.

www.tratonacultura.blogspot.com
www.myspace.co/ m/calinabispo e
Av. Nego, 200, sla 108, Tambaú,
João Pessoa / PB. Cep. 58039-100
CONTATO: Calina Bispo
83 3512 6799 / 83 8710 3334

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Gestão e Produção Cultural com Romulo Avelar




GESTOR DO GRUPO GALPÃO DE TEATRO REALIZA MINISTRA CURSO SOBRE GESTÃO E PRODUÇÃO CULTURAL EM JOÃO PESSOA
Inscrições a preço promocional até 15 de outubro

Reconhecido atualmente como um dos mais importantes gestores culturais do país, o mineiro Romulo Avelar estará em João Pessoa no período de 28 a 31 de outubro para ministrar o curso “Gestão e Produção Cultural”, no SEBRAE. No dia 30, às 20h, Avelar estará lançando na Livraria Usina das Letras, na Usina Cultural Energisa, o livro “Avesso da Cena – Notas sobre Gestão e Produção Cultural”.

Este curso vem sendo realizado em todo o Brasil, e tem como público alvo produtores e gestores não apenas do teatro como também de outros segmentos artísticos. Esta é uma iniciativa da TRATO Assessoria e Produção Cultural em parceria com o SEBRAE, Energisa e FUNJOPE.

As inscrições já estão abertas e até 15 de outubro os interessados podem se inscrever a preço promocional pelo email trato.avessodacena@gmail.com ou pelo telefone 83 3512 6799. Vagas limitadas.

Sobre o Autor

Administrador formado pelas Faculdades Promove de Belo Horizonte. Produtor e gestor cultural, responsável pela produção e direção de diversos espetáculos musicais. Estudou na Ecoar, primeira escola de produção cultural criada no país, em 1990, no Rio de Janeiro.

Atuou em empresas como Fiat, MBR e Teatro Alterosa, e na área pública, como superintendente de cultura de Contagem – MG, diretor de promoção da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes de Belo Horizonte, assessor especial da secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e presidente da comissão Técnica de Análise de projetos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Desde 1998, tem ministrado cursos nas áreas de produção, gestão, planejamento, e marketing cultural, em várias cidades brasileiras. Atualmente, trabalha como assessor de planejamento do Grupo Galpão e do Grupo do Beco.

Serviço Curso:
O Quê:“Gestão e Produção Cultural” com Romulo Avelar
Onde: SEBRAE
Quando: de 28 a 31 de outubro
Inscrições: preço promocional até 15 de outubro pelo email trato.avessodacena@gmail.com ou pelo telefone 83 3512 6799.

Outras informações:
TRATO Assessoria e Produção Cultural
www.tratocultural.blogspot.com
www.myspace.com/calinabispo
Av. Nego, 200, sla 108, Tambaú
Cep. 58039-100
83 3512 6799
Contato: Calina Bispo
83 8710 3334
calinabispo.trato@gmail.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Esquentai Vossos Pandeiros Jacksonianos - Inscrições abertas para as oficinas



Aos 90 anos de aniversário de nascimento de Jackson do Pandeiro, a Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul juntamente com a TRATO Assessoria e Produção Cultural, está recebendo inscrições para as oficinas de Teatro e Artes Plásticas, que serão realizadas em Alagoa Grande, com apoio do Governo Municipal.

A produção do projeto faz a última chamada para a oficina de Pandeiro, realizada em João Pessoa, no Centro Cultural do Terceiro Setor Thomás Mindelo, às quartas-feiras, a partir das 18h. O projeto tem patrocínio do Fundo de Incentivo à Cultura Lei Augusto do Anjos edital 2008.

Inscrições e outras informações sobre as oficinas, que são gratuitas, pelos telefones 83 3512 6799/8809 9663, ou pelos emails tratonacultura@gmail.com / augustafarias@hotmail.com .

O projeto será encerrado no mês de novembro, com uma grande festa em duas etapas, primeiro em Alagoa Grande e posteriormente em João Pessoa, onde serão apresentados os resultados dos três meses de oficinas e uma palestra sobre a vida e obra de Jackson do Pandeiro.

OFICINAS

ARTES PLÁSTICAS

Tem como objetivo promover o acesso as artes plásticas, como atividade que acolhe e interage diretamente jovens, adultos e melhor idade. A oficina Jacksoniano buscará representar a musicalidade do Rei do Ritmo através de telas e estandartes trabalhando cores, brilho e som. Acreditamos que assim vamos despertar, positivamente, as emoções pela arte de Jackson do Pandeiro.

OFICINEIRA: Dulce Abstrato
Artista plástica desde 1997 e oficineira desde 2007. Já participou de projetos com apoio do Ministério da Cultura e em OGN´s da cidade de João Pessoa. Através de Projeto do Ministério da Cultura ministrou oficinas na cidade de Itabuna-BA. Atuou como oficineira na ASTRAPA e Grupo de Mulheres Maria Quiteria, localizados no Centro Cultural Terceiro Setor Thomas Mindello.

MONTAGEM TEATRAL

Proporcionar aos alunos-atores uma vivência teatral completa, desde sua concepção, passando pela preparação do ator, construção da personagem, ética teatral, jogos dramáticos, improvisação, expressão corporal, caracaterização, cenografia, concepção de figurinos, música, linha temática de iluminação, pesquisa e experimentações práticas de grupo. A oficina culminará na montagem de uma performance teatral/musical intitulada “Rei do Ritmo” em comemoração aos 90 anos de Jackson do Pandeiro.

OFICINEIRO: Netto Ribeiro
Ator, performático e diretor, Netto Ribeiro é fundador do Ser Tão Teatro e atua na cena paraibana há 10 anos. Em 2003, conquistou o prêmio de Melhor ator no FESTGUAÇUI – ES. Idealizou, produziu e dirigiu o Projeto 15 Cultural,2006, que teve no repertorio os musicais “Vila Cazuza” e “Ópera do Chico”. Sua trajetória inclui trabalhos no teatro, na teledramaturgia, e em longa metragens como Canta Maria de Francisco Ramalho Junior.

Percussão (Pandeiro)

O pandeiro tem origem moura e é utilizado nos contextos erudito e popular. Jackson do Pandeiro é um dos maiores nomes da Música Brasileira e soube miscigenar sonoridades múltiplas, trazendo para nossos ouvidos as mais suingadas canções de nosso cancioneiro popular. Nossa oficina trabalhará ritmos brasileiros, fazendo uso do repertório de Jackson do Pandeiro, procurando desenvolver técnicas básicas para o aprendizado do pandeiro, buscando aliar teoria e prática em atividades de canto e execução instrumental.

OFICINEIRO: Ely Porto
Formado pela Universidade Federal da Paraíba e músico atuante no cenário artístico do estado, já desenvoleu projetos com Cabruêra, Escurinho& Labacé; Os Caba; Mestre Fuba; Cátia de França; Biliu de Campina; As Párea; La Gambiaja; Batuque Quebra-Quilos; Círculo de Tambores; Nação Maracahyba; Maíra Barros e Antônio Barros & Cecéu; ÔdeCasa; Anne Raelly. Composições e Participações em CDs: O Melhor Do Forró no Maior São João do Mundo e Heimatklange Sons da Terra com Cabruêra e As Parêa,XIII MpbSesc,O Som de Todas as Lutas com As Parêa.



OUTRAS INFORMAÇÕES
TRATO Assessoria e Produção Cultural
Av. Nego, 200, sala 108, Tambaú (Ed. Esquina 200),
CEP. 58039-100, João Pessoa / PB
83 – 3512 6799

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Em 2010 – VEREDA PELO NORDESTE


O espetáculo Vereda da Salvação, do grupo Ser Tão teatro vai circular pelo Nordeste com patrocínio da Petrobrás

O projeto “Vereda pelo Nordeste”, do grupo paraibano Ser Tão Teatro foi contemplado no Programa BR de Cultura. O projeto prevê a circulação do espetáculo “Vereda da Salvação” por três estados nordestinos (CE, BA, SE), sendo uma temporada de 3 apresentações nas capitais e uma apresentação no interior de cada estado visitado, totalizando 12 apresentações. A divulgação do resultado do edital Programa BR de Cultura aconteceu ontem, dia 27 de agosto, em coletiva de imprensa realizada na sede da Petrobrás Distribuidora na cidade do Rio de Janeiro. Christina Streva, diretora do grupo Ser Tão Teatro, esteve no evento e comenta sobre a importância desta premiação para o grupo paraibano: “ ser agraciado em um edital deste porte, só vem confirmar a relevância do trabalho contínuo que estamos desenvolvendo há 3 anos na Paraíba. Este reconhecimento nacional fortalece e dá visibilidade a classe artística paraibana e motiva a produção teatral da região”.

Todas as informações sobre esta seleção já estão disponíveis no site Petrobrás Distribuidora: www.br.com.br.

Sobre a peça

Apresentada inúmeras vezes na capital, mas também levada às cidades periféricas, inclusive ao sertão paraibano, Vereda da Salvação causou forte impacto por onde passou. Assistida por muitas pessoas que nunca haviam visto um espetáculo teatral antes, muito menos um clássico do teatro moderno brasileiro, a apresentação da peça foi sempre acompanhada de debates calorosos, que permitiram ao elenco e a direção constatarem como o espetáculo mexe com o povo nordestino, o os faz refletir sobre importantes questões da atual sociedade sertaneja brasileira que são tão bem abordadas na peça de Jorge Andrade. “Vereda da Salvação é uma peça que fala desse Brasil esquecido. O Brasil sertanejo presente ainda hoje no interior do Nordeste, nas cidades periféricas, de brasileiros que não tem qualquer acesso à cultura. É esse Brasil que o projeto também quer abraçar, levando o teatro Nordestino de qualidade, para os demais estados da região. Nesse sentido, o projeto promove o intercâmbio entre estados tão próximos, que podem desenvolver inúmeras atividades em parceria e que precisam se conhecer melhor para trocar mais e potencializar seus talentos”, afirma Streva.

Trajetória do grupo

O primeiro espetáculo do grupo foi o clássico “Vereda da Salvação”, de Jorge Andrade, que estreou em João Pessoa, em dezembro de 2007. Considerado o melhor espetáculo do ano pela crítica especializada, a peça foi contemplada pelo edital Jovens Artistas” do Ministério da Cultura – (MEC/SESu)” e já em sua primeira temporada foi agraciada com o "Prêmio Domingos Sérgio Batista de Destaque da Cultura Paraibana". Em 2008, o Ser Tão Teatro, idealizou e produziu a I MOSTRA DE TEATRO DE GRUPO, em parceria com o Departamento de Teatro da UPFB, a Fundação de Cultura de João Pessoa (Funjope), e o Núcleo do Teatro Universitário, trazendo para João Pessoa grupos de teatro de renome nacional, como o grupo Clowns de Shakespeare-RN. Ainda em 2008, o grupo foi convidado a integrar o Movimento LAPADA. O movimento tem como objetivo realizar trocas artísticas e fomentar a articulação entre grupos de teatro do nordeste é formado pelos grupos: Bagaceira (CE), Máquina (CE), Clowns de Shakespeare (RN), Estandarte (RN), Alfenim (PB), Piollin (PB) e Ser Tão Teatro (PB). Há dois anos a LAPADA vem organizando encontros e fortalecendo o intercâmbio entre esses coletivos. Em 2009, o Ser Tão Teatro foi contemplado no edital BNB de Cultura com o projeto “Vereda pelo Sertão” que possibilitou ao grupo circular com o espetáculo Vereda da Salvação por cidades do sertão paraibano como Cajazeiras, Souza, Alagoa Grande e Mari, ministrando oficinas e realizando debates. O Ser Tão Teatro foi também contemplado este ano pelo PROGRAMA ELETROBRÁS de CULTURA 2009 e, atualmente, está ensaiando a próxima montagem do grupo que será o espetáculo mambembe “Farsa da Boa Preguiça” de Ariano Suassuna, em parceria com o grupo potiguar “Clowns de Shakespeare”.

Contato: Renata Mora Assessora de Imprensa / produtora 83 8886 6799 /3512 6799

esquentai Vossos Pandeiros Jacksonianos


Projeto patrocinado pelo FIC tem início neste dia 31 em Alagoa Grande

Em 31 de agosto de 1909 nascia em Alagoa Grande, um dos maiores ritmistas do Brasil. Aos 90 anos de aniversário de nascimento de Jackson do Pandeiro, a Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul juntamente com a TRATO Assessoria e Produção Cultural, inicia na cidade natal do Rei do Ritmo nesta segunda-feira, o projeto Esquentai Vossos Pandeiros Jacksonianos.

“Temos como principal objetivo aproximar a nova geração da produção cultural jacksoniana”, diz Ednamay Cirilo, coordenadora da Associação Anjo Azul. Como forma de estimular essa aproximação serão realizadas oficinas de teatro, música e artes visuais nas cidades de Alagoa Grande e João Pessoa.

“O projeto surgiu do anseio da Associação Anjo Azul em interligar as cidades de João Pessoa e Alagoa Grande através da obra de Jackson do Pandeiro, além de festejar a memória do grande mestre do ritmo”, observa Ednamay.

Segundo Renata Mora, coordenadora da TRATO Assessoria e Produção Cultural, as oficinas têm como público alvo artistas, estudantes e iniciantes em teatro, música e artes visuais. “Acreditamos que o contato de forma lúdica com as produções de Jackson do Pandeiro propiciará aos jovens a expansão dos conhecimentos e o interesse por buscar novas informações”, diz.

O projeto será encerrado no mês de novembro, com uma grande festa em duas etapas, primeiro em Alagoa Grande e posteriormente em João Pessoa, onde serão apresentados os resultados dos três meses de oficinas e uma palestra sobre a vida e obra de Jackson do Pandeiro.

OFICINAS

ARTES PLÁSTICAS

Tem como objetivo promover o acesso as artes plásticas, como atividade que acolhe e interage diretamente jovens, adultos e melhor idade. A oficina Jacksoniano buscará representar a musicalidade do Rei do Ritmo através de telas e estandartes trabalhando cores, brilho e som. Acreditamos que assim vamos despertar, positivamente, as emoções pela arte de Jackson do Pandeiro.

OFICINEIRA: Dulce Abstrato
Artista plástica desde 1997 e oficineira desde 2007. Já participou de projetos com apoio do Ministério da Cultura e em OGN´s da cidade de João Pessoa. Através de Projeto do Ministério da Cultura ministrou oficinas na cidade de Itabuna-BA. Atuou como oficineira na ASTRAPA e Grupo de Mulheres Maria Quiteria, localizados no Centro Cultural Terceiro Setor Thomas Mindello.

MONTAGEM TEATRAL

Proporcionar aos alunos-atores uma vivência teatral completa, desde sua concepção, passando pela preparação do ator, construção da personagem, ética teatral, jogos dramáticos, improvisação, expressão corporal, caracaterização, cenografia, concepção de figurinos, música, linha temática de iluminação, pesquisa e experimentações práticas de grupo. A oficina culminará na montagem de uma performance teatral/musical intitulada “Rei do Ritmo” em comemoração aos 90 anos de Jackson do Pandeiro.

OFICINEIRO: Netto Ribeiro
Ator, performático e diretor, Netto Ribeiro é fundador do Ser Tão Teatro e atua na cena paraibana há 10 anos. Em 2003, conquistou o prêmio de Melhor ator no FESTGUAÇUI – ES. Idealizou, produziu e dirigiu o Projeto 15 Cultural,2006, que teve no repertorio os musicais “Vila Cazuza” e “Ópera do Chico”. Sua trajetória inclui trabalhos no teatro, na teledramaturgia, e em longa metragens como Canta Maria de Francisco Ramalho Junior.

Percussão (Pandeiro)

O pandeiro tem origem moura e é utilizado nos contextos erudito e popular. Jackson do Pandeiro é um dos maiores nomes da Música Brasileira e soube miscigenar sonoridades múltiplas, trazendo para nossos ouvidos as mais suingadas canções de nosso cancioneiro popular. Nossa oficina trabalhará ritmos brasileiros, fazendo uso do repertório de Jackson do Pandeiro, procurando desenvolver técnicas básicas para o aprendizado do pandeiro, buscando aliar teoria e prática em atividades de canto e execução instrumental.

OFICINEIRO: Ely Porto
Formado pela Universidade Federal da Paraíba e músico atuante no cenário artístico do estado, já desenvoleu projetos com Cabruêra, Escurinho& Labacé; Os Caba; Mestre Fubá; Cátia de França; Biliu de Campina; As Párea; La Gambiaja; Batuque Quebra-Quilos; Círculo de Tambores; Nação Maracahyba; Maíra Barros e Antônio Barros & Cecéu; ÔdeCasa; Anne Raelly. Composições e Participações em CDs: O Melhor Do Forró no Maior São João do Mundo e Heimatklange Sons da Terra com Cabruêra e As Parêa,XIII MpbSesc,O Som de Todas as Lutas com As Parêa.

O projeto foi contemplado no edital 2008 do Fundo de Incentivo a Cultura Lei Augusto dos Anjos (FIC).

MONÓLOGO "Os malefícios do fumo"


DANIEL ARAÚJO RETOMA O MÓNOLOGO “OS MALES DO TABACO”
Espetáculo será apresentado em João Pessoa, Sousa e Campina Grande
O monólogo Os Males do Tabaco (Malefícios do Fumo), do escritor russo Anton
Tchekhov, é retomado pelo ator Daniel Araújo em cinco apresentações nos meses de
agosto e setembro.
As duas primeiras apresentações acontecem em João Pessoa, nesse sábado e domingo
(22 e 23), no Teatro Ednaldo do Egypto, a partir das 20h. Nos dias 27 e 28, Araújo
encena o clássico da dramaturgia mundial na cidade de Sousa, integrando a
programação do Centro Cultural do Banco do Nordeste. No dia 2 de setembro, Os
Males do Tabaco estará na programação do Palco Giratório em Campina Grande.
Para esta nova montagem, o ator Daniel Araújo, que encena esse texto desde 2004,
afirma ter feito novas mudanças na encenação, buscando, a partir de agora, uma
forma não dramática de apresentar as novas platéias o autor russo Anton Tchekhov.
“A minha intenção nesta nova montagem é tentar levar para encenação um pouco do
impacto que o Tchekhov causou com a inovação na forma dramática em suas peças
em fins do século XIX”, afirma o ator.
Anton Tchekhov foi um dos primeiros escritores que apontaram o esgotamento do
“drama burguês” para dar conta de determinados assuntos que não cabiam mais
dentro desta forma especifica de representação.
Mais adiante outros escritores (Antoine, Maiakovisk, Brecht, Beckett, etc.)
radicalizariam ainda mais a forma dramática buscando alternativas para os novos
assuntos, adequando-os por sua vez a uma nova forma de expressão.
“Minha intenção é alimentar a encenação com alguns recursos que Tchekhov aponta
no texto. Peter Szondi aponta em Tchekhov as primeiras transformações no texto para
uma nova forma, identifica a impossibilidade do diálogo e a reconfiguração da própria
forma dramática nas renuncias dos seus personagens, com suas ações cansadas e a
pouca ação cênica. É o peso do passado e a insatisfação com o presente que isolam os
personagens de Tchekhov".
SINOPSE DA PEÇA
A peça “Os malefícios do fumo” ou “Os Males do tabaco” foi escrita por Anton
Tchekhov em 1887, tendo recebido uma segunda versão 1904. Ficou por muito tempo
desconhecida pelo grande público, talvez por se tratar de um monólogo. “Os
Malefícios” constitui uma pequena obra prima da dramaturgica mundial e possui as
marcas típicas da poética tchekhoviana: a brevidade, a economia de procedimentos, a
linguagem despojada, irônica, o humor e o aprofundamento psicológico das
personagens.
Ivan Ivánovitch Niúkhin, homem casado, cuja esposa é dona de um pensionato de
mulheres, encontra-se sozinho num pequeno auditório, onde se prepara para proferir
uma palestra sobre os malefícios do fumo. Mal começa a conferência dispara a dizer
tolices e trivialidades. O desconforto psicológico e emocional do personagem é latente.
O tédio se instala e o texto parece caminhar para algum lugar. O pathos da consciência
da velhice e do fracasso permeia toda a peça.
O que era extremamente engraçado no início transforma-se no sentimento do
contrário. O histriônico professor acaba revelando a miséria escondida por trás da sua
aparência. Ivanovitch compartilha com os espectadores os dissabores de uma vida sem
sentido agravada por um casamento arruinado que o impede de ser livre.
O Autor
Anton Tchekhov (1860-1904) tornou-se conhecido como dramaturgo e contista. Seus
contos breves revolucionaram as formas narrativas da época e propiciaram modelos
para a prosa do século XX. Escritor de sucesso desde sua estréia nas páginas de revistas
satíricas e literárias no início da década de 1880, Tchekhov começou a dedicar-se à
dramaturgia em 1886.
Escreveu dramas (A Gaivota, O Cerejal) e comédias (Ivanov, Tio Vânia, As três irmãs),
que, encenados no Teatro de Arte de Moscou sob a direção de Kostantin Stanisláviski,
ensejaram ao célebre diretor teorias e métodos sobre a arte de representar.
A partir das apresentações do Teatro da Arte fora da Rússia, suas peças inovadoras
consagraram-se nos palcos do mundo e estabeleceram padrões para dramaturgia
contemporânea.
Sobre o ator e diretor
Daniel Araújo é natural de João Pessoa. É especialista em Representação Teatral pela
UFPB e mestre em Língua e Literatura Francesa pela USP. É professor de francês e
integra o Grupo de Teatro Alfenim, onde estreou o espetáculo Quebra-quilos.
Começou no teatro ainda estudante secundarista, onde contracenou a peça O Homem
da Vaca e o Poder da Fortuna em 1992. É também desta mesma época sua presença
no espetáculo Romeu e Julieta no Faroeste Caboclo.
Ainda na década de 90, integrou a Anarrieh Companhia de Teatro, onde encenou A
Estupidez do Quarto, Quixote – O hilariante e venturoso sonho, e na seqüência
protagonizou em francês, a peça A Lição, de Eugène Ionesco, marco do teatro do
absurdo.
Ficha técnica do Espetáculo:
Direção, adaptação e interpretação: Daniel Araújo
Cenário e Figurino: Maria Botelho
Produção: TRATO Assessoria Produção Cultural
Fotos: Adriano Franco

domingo, 16 de agosto de 2009

I Seminário sobre a cadeia Produtiva da Música Paraibana


Com o objetivo de identificar soluções criativas para o setor musical paraibano, será realizado na próxima segunda-feira (17), a partir das 14h, no SEBRAE João Pessoa, o I Seminário sobre a Cadeia Produtiva da Música.
Segundo Emy Porto, idealizador do seminário e produtor da TRATO Assessoria e Produção Cultural, a idéia é articular o maior número possível de pessoas que estejam envolvidas em toda a cadeia produtiva da música.
“Precisamos desenvolver ações que possibilitem produzir, distribuir e apresentar o produto musical com qualidade e eficiência, gerando maior visibilidade, promovendo o desenvolvimento econômico de micro e pequenos negócios e atividades ligadas à música”, enfatiza Emy Porto.
Nesta segunda-feira será apresentado o módulo – Produção Musical, primeiro de uma série que será realizada ao longo de 2009 e 2010.
“Para conseguir tal objetivo pretendemos promover um Fórum de debates entre músicos, produtores musicais (executivos e de eventos), professores, profissionais da cadeia produtiva musical (gravadoras, compositores, instrumentistas, arranjadores, regentes, interpretes, DJs etc.), patrocinadores e amantes da música”, diz Emy Porto.
Para este primeiro módulo, foram convidados o músico e produtor Arthur Pessoa (banda Cabruêra), a produtora executiva Fátima Amaral e a consultora do SEBRAE Gorete Cirino. Emy Porto, que também é professor da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia da UFCG, completa a lista de palestrantes dessa segunda-feira.
A realização é uma parceria entre Sebrae JP, UFCG (Arte e Mídia) e TRATO Assessoria e Produção Cultural. As inscrições são gratuitas.
Confira a programação completa
I SEMINARIO SOBRE A CADEIA PRODUTIVA DA MÚSICA PARAIBANA
MÓDULO I (PRODUÇÃO MUSICAL)
17 DE AGOSTO de 2009
LOCAL: Sala Rosa do Centro de Educação do Sebrae - 1 andar do Shopping Sebrae
14h – Inscrição e abertura dos trabalhos
15h – Palestra: FAÇA VOCÊ MESMO! CAMINHOS DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE – Palestrante: Arthur Pessoa
16h – Palestra: PRODUÇÃO EXECUTIVA DE SHOWS, UM DESAFIO! – Palestrante: Fátima Amaral
18h coffee break...
19h - Palestra: A UNIÃO FAZ A PRODUÇÃO. Palestrante: Emy Porto

20h - Gorete Cirino - Como participar de Rodada de Negócios - Consultora do SEBRAE
Realização:
Sebrae JP, UFCG (Arte e Mídia) e TRATO Assessoria e Produção cultural.
Sobre os palestrantes
ARTHUR PESSOA (Vocalista da Banda Cabruêra/PB - Produtor Independente). Músico, Produtor Cultural, fundou o grupo Cabruêra em 1998, gravou três CDs que foram lançados no Brasil e no exterior, participou de festivais em diversos países da Europa e do Brasil. Aprovou projetos em editais como: BNB Cultural, Petrobras, MINC, Itau Cultural, FIC, POPKOOM, entre outros. Curador da área de música do Festival de Inverno de Campina Grande e do Encontro para a Nova Consciência, atualmente está produzindo o quarto cd da Cabruêra com patrocínio da Petrobras Cultural e executando projeto aprovado no FIC para formação de uma plataforma de exportação da música paraibana.
FÁTIMA AMARAL (Produtora Executiva – Música). Assistente de Produção na TV Globo Rio de Janeiro, TV Manchete, Produtora de Divulgação, Produtora Executiva de Shows SESC Pompéia. São Paulo, Produtora de Exposição, Equipe de Criação Comerciais de TV, Agência de Propaganda O&M, Produtora de Eventos, Produtora de Exposição e dos Programas da Giga TV, Produtora Executiva de Show de Lançamento de CD de vários compositores e cantores paraibanos.
EMY PÔRTO (Professor da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia – UFCG). Produtor e músico; membro fundador de vários grupos musicais locais, como: Cabruêra, As Parêa, LaGambiaja, Batuque Quebra-Quilos e Tamborete. Atualmente, pesquisa sobre a cadeia produtiva da música.